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Por que 'Ele Não' ?

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Uma coisa é certa: Jair Bolsonaro incomoda. E muito. Tanto que neste sábado parte do País se mobilizou para dizer “Ele não”. Esse tipo mobilização só demonstra o receio com o  avanço de uma candidatura com claras chances de chegar ao poder no Brasil. 

O que assusta em Bolsonaro  não são seus amigos fora de forma, barrigudos e fardados, mas seus seguidores civis, radicais  ao extremo. Esse é o exército que de fato Bolsonaro pode contar para desafiar, como ele já disse, eventual resultado negativo do pleito. 

O Brasil, com Bolsonaro, está mais próximo de uma guerra civil do que de um golpe militar. Guerra civil porque, com seu radicalismo, ele alimenta a divisão de um povo antes pacifico e dissemina  a desconfiança na democracia, ao dizer que não aceita o resultado de uma eleição que não seja favorável a ele. 

HADDAD SÓ PROMETE

Haddad fez uma ‘promessa de político’, daquela que sabe que não terá condições de cumprir. Usar parte das reservas internacionais (“20 a 30 bilhões de dólares”) para trazer empregos para Manaus. Se tentasse, iria enfrentar uma ‘barragem de fogo’ paulista sem tamanho.

SEM O VERMELHO

O vermelho tradicional do PT foi descartado na caminhada de Haddad no Centro de Manaus, onde ele, Vanessa e José Ricardo transitaram com roupas brancas no meio da militância.

 ENTULHO DA ZFM

Com o decreto 9.514, publicado no DOU de sexta, eleva a alíquota do IPI de 4% para 12% a partir de 1º de janeiro de 2019, Temer empurra o ‘entulho’ da ZFM para debaixo do tapete presidencial. Quem vencer a eleição pode, simplesmente, mandar ‘varrer’.

 PEGA VANESSA

Embora lidere a corrida pela segunda vaga ao Senado, a senadora Vanessa Grazziotin trava uma disputa ferrenha contra dois adversários: Alfredo Nascimento e Plínio Valério. Um ‘encostado’ nela e outro tentando derrubá-la a qualquer custo para tentar superar os dois. 

LEGISLATIVOS INÚTEIS?

Em todo o país, as eleições para as Assembleias Legislativas não conseguem empolgar o eleitorado. De acordo com o pesquisador Leonardo Sales, da Universidade de Brasília, elas custaram R$ 11 bilhões aos cofres públicos em 2017, abordando temas menores e servindo apenas como instrumento de homologação fisiológica de matérias enviadas pelo Poder Executivo.

ÁGUA COM AÇUCAR

Segundo Leonardo Sales, neste período eleitoral é patente o desencanto da população brasileira com os Legislativos Estaduais, onde as proposituras, rigorosamente, focam temas “água com açúcar” como datas comemorativas, mudança de nomes de logradouros e projetos visando a transformação de organizações em entidades de utilidade pública.

CHORADEIRA POR GRANA

A despeito da receita do Fundo Partidário, deputados estaduais se queixam da escassez de recursos para bancar suas campanhas nesta reta final de eleições gerais. Na quinta-feira (27), reunidos em grupinhos no Plenário Ruy Araujo da Assembleia Legislativa, eles reclamavam da falta de grana e de já terem comprometido muito seus orçamentos pessoais com gastos acima da média cabalando votos no interior do Estado.

CONGRESSO ANTI-INDÍGENA

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou estudo, denominado “Congresso anti-indígena”, que aponta parlamentares com posições francamente atentatórias aos direitos indígenas. O estudo demoniza 50 parlamentares, entre deputados e senadores, com ações hostis à causa indígena.

NADA VAI MUDAR

Levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), em parceria com a empresa Queiroz Assessoria Parlamentar e Sindical, indica que pouca coisa vai mudar na composição das bancadas da futura Câmara Federal com as eleições deste ano. A mesmice prevalecerá.

+ BASTIDORES DA POLÍTICA

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